CNI de olho no Congresso: 60% das propostas são 'ok', mas 40% geram dor de cabeça

Destaques
- •CNI monitora 135 projetos de lei no Congresso Nacional.
- •Setor industrial apoia 60% das propostas, mas diverge de 40%.
- •Prioridades incluem redução de jornada, política industrial e concessões.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) não vai tirar os olhos do Congresso em 2026. A entidade está de olho em 135 proposições que tramitam por lá, das quais 60% são vistas com bons olhos e 40% geram uma certa apreensão.
O documento, batizado de Agenda Legislativa da Indústria, aponta que os projetos prioritários para o setor envolvem a redução da jornada de trabalho, a nova política industrial e as concessões. Mas nem tudo são flores: a CNI bate de frente com a proposta de redução da jornada para 36 horas semanais e quatro dias de trabalho sem corte salarial, argumentando que isso pode prejudicar a competitividade e a geração de empregos.
A entidade também torce o nariz para mudanças estruturais no Código Civil, temendo que a alteração na responsabilidade civil e a introdução do conceito de risco possam gerar indenizações desproporcionais e insegurança jurídica.
Já foram aprovados dois projetos importantes: o que ratifica o acordo Mercosul-União Europeia e o que moderniza o crédito à exportação. O primeiro já foi promulgado, e o segundo aguarda a sanção presidencial. 💰




