Cloud Portuguesa: O dilema da expansão digital

Destaques
- •Mercado de cloud em Portugal deve ultrapassar 1 bilhão de euros até 2026, com SaaS liderando.
- •A complexidade de ecossistemas híbridos exige governança de TI para controle de custos e riscos.
- •Visibilidade sobre ativos digitais e otimização de recursos são cruciais para competitividade.
A transformação digital acelerou, e modelos híbridos de TI (on-premises, cloud pública, SaaS) viraram regra. A agilidade e a escalabilidade vieram, mas com elas um desafio: como manter o controle e a previsibilidade em um cenário tecnológico cada vez mais espalhado?
O mercado de cloud em Portugal, por exemplo, deve passar de 1 bilhão de euros até 2026, com SaaS comendo a maior parte. Isso mostra que a maturidade digital tá alta, mas a gestão tá ficando complexa. Quanto mais serviços e fornecedores, mais difícil fica ter uma visão clara de custos, contratos e ativos digitais.
É aí que a governança de TI entra em jogo.
Sem um monitoramento constante e políticas claras, a despesa em cloud pode disparar com recursos subutilizados ou o famoso “shadow IT” (soluções contratadas sem o conhecimento da TI). Para as empresas portuguesas, isso significa perder competitividade em um cenário econômico apertado.
A solução passa por mapear todos os ativos, monitorar custos em tempo real e definir responsabilidades. Não é só sobre grana, mas também sobre riscos de dados e conformidade em um mundo cada vez mais regulado. 💰




