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Cibersegurança no Brasil: O Fator Humano Ainda é o Maior Vilão

01 de maio de 2026
Cibersegurança no Brasil: O Fator Humano Ainda é o Maior Vilão

Destaques

  • 86% dos CISOs brasileiros preveem um ataque relevante nos próximos 12 meses devido a riscos humanos.
  • Investimentos em cibersegurança no Brasil ainda priorizam tecnologia em detrimento da gestão de risco comportamental.
  • A gestão de risco humano (HRM) surge como abordagem para mensurar e gerenciar o comportamento.

Adivinha? A maior brecha na segurança digital do Brasil não está na tecnologia, mas sim no fator humano. Um relatório da Brasscom aponta que impressionantes 86% dos CISOs brasileiros temem um ataque relevante nos próximos 12 meses, e a causa principal é o comportamento dos usuários.

Ainda assim, muitas empresas brasileiras continuam focando seus investimentos em soluções tecnológicas, deixando o comportamento humano como uma variável pouco controlada. Isso explica por que os incidentes de segurança, como ataques de engenharia social, seguem tão eficazes, explorando decisões cotidianas.

Mas a maré pode estar mudando.

A abordagem de Gestão de Risco Humano (HRM) ganha força, propondo que o comportamento seja um fator mensurável e gerenciável. A ideia é sair dos treinamentos genéricos e focar em identificar os perfis mais expostos e as decisões críticas, usando dados já existentes nas empresas para intervenções mais objetivas e contínuas. A segurança, afinal, precisa ser parte da rotina, não uma exceção. 📉

Fontes

https://tiinside.com.br/feed/

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