Cibersegurança no Brasil: O Fator Humano Ainda é o Maior Vilão

Destaques
- •86% dos CISOs brasileiros preveem um ataque relevante nos próximos 12 meses devido a riscos humanos.
- •Investimentos em cibersegurança no Brasil ainda priorizam tecnologia em detrimento da gestão de risco comportamental.
- •A gestão de risco humano (HRM) surge como abordagem para mensurar e gerenciar o comportamento.
Adivinha? A maior brecha na segurança digital do Brasil não está na tecnologia, mas sim no fator humano. Um relatório da Brasscom aponta que impressionantes 86% dos CISOs brasileiros temem um ataque relevante nos próximos 12 meses, e a causa principal é o comportamento dos usuários.
Ainda assim, muitas empresas brasileiras continuam focando seus investimentos em soluções tecnológicas, deixando o comportamento humano como uma variável pouco controlada. Isso explica por que os incidentes de segurança, como ataques de engenharia social, seguem tão eficazes, explorando decisões cotidianas.
Mas a maré pode estar mudando.
A abordagem de Gestão de Risco Humano (HRM) ganha força, propondo que o comportamento seja um fator mensurável e gerenciável. A ideia é sair dos treinamentos genéricos e focar em identificar os perfis mais expostos e as decisões críticas, usando dados já existentes nas empresas para intervenções mais objetivas e contínuas. A segurança, afinal, precisa ser parte da rotina, não uma exceção. 📉




