Cibersegurança no Brasil: De Reativa a Proativa, o Mercado se Transforma

Destaques
- •Brasil se consolida como epicentro de ameaças cibernéticas na América Latina.
- •Mercado de cibersegurança brasileiro deve dobrar de valor até 2034.
- •Empresas transitam de estratégias reativas para abordagens proativas e de valor.
Anos de foco em apagar incêndios na cibersegurança estão ficando para trás no Brasil. Um novo estudo aponta que as empresas brasileiras estão mudando o jogo, transformando a segurança digital de um centro de custo para um pilar de competitividade e crescimento sustentável.
O país, que já é um alvo quente com 314,8 bilhões de atividades maliciosas no primeiro semestre de 2025, agora busca se alinhar a uma tendência global de segurança proativa. Isso impulsiona um mercado avaliado em US$ 5,5 bilhões em 2025, com projeção de alcançar US$ 12 bilhões até 2034.
A transição, no entanto, enfrenta desafios como a percepção de custo, orçamento e escassez de talentos. A inteligência artificial, por sua vez, adiciona uma nova camada de complexidade e urgência. A adoção de modelos como CTEM, Zero Trust e criptografia pós-quântica, além da governança da IA, são as novas fronteiras.

