Cibercrime em alta velocidade: o tempo de exploração de falhas cai para horas e até minutos

Destaques
- •Tempo de exploração de vulnerabilidades caiu drasticamente para 24-48 horas, e em alguns casos, minutos.
- •Volume de CVEs (vulnerabilidades) cresceu 263% entre 2020 e 2025, sobrecarregando bases de dados.
- •Cibersegurança precisa ser tratada como tema de negócio estratégico, com foco em antecipação e resposta em tempo real.
Lembra quando as empresas tinham dias para consertar falhas de segurança? Pois é, esse luxo parece ter acabado. Um novo relatório da Fortinet mostra que o tempo para explorar vulnerabilidades caiu para algo entre 24 e 48 horas, e em casos extremos, apenas minutos.
Isso muda tudo, viu? O NIST, por exemplo, já alertou que o volume de vulnerabilidades registradas (CVEs) disparou 263% entre 2020 e 2025. É muita coisa pra dar conta.
A consequência direta é que o cibercrime virou uma operação industrial, e a velocidade de ataque se tornou a nova vantagem competitiva. Agora, a defesa não pode mais ser só reativa; é preciso antecipar.
Em resumo, cibersegurança deixou de ser assunto de TI e virou estratégia de negócio. Empresas precisam de inteligência acionável, visibilidade integrada e resposta coordenada. A Fortinet Brasil, através de Alan Aquino, reforça que a capacidade de transformar dados em ação na mesma velocidade dos ataques é o que define quem está preparado. ⏱️




