CBV impede Tifanny de jogar vôlei com novas regras de elegibilidade
Destaques
- •Atleta trans Tifanny Abreu está impedida de jogar pelo Osasco na Supercopa devido a novas regras da CBV.
- •A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) adotou a política do COI, exigindo teste genético negativo para o gene SRY.
- •Tifanny promete lutar judicialmente para continuar atuando profissionalmente.
A temporada 2026-27 do vôlei brasileiro já começa com polêmica. A jogadora trans Tifanny Abreu, do Osasco São Cristóvão Saúde, está impedida de atuar na Supercopa, que inicia nesta sexta-feira (16), por conta de novas regras de elegibilidade da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV).
A CBV aderiu à política do Comitê Olímpico Internacional (COI), que restringe a participação feminina a atletas do sexo biológico feminino. A nova diretriz exige que jogadoras apresentem um teste genético com resultado negativo para o gene SRY, associado ao desenvolvimento masculino.
Apesar da decisão, Tifanny se manifestou em suas redes sociais, afirmando que não desistirá e lutará por seu direito de continuar jogando profissionalmente.
O clube paulista também prometeu tomar as medidas jurídicas cabíveis, mas ainda não obteve retorno da CBV sobre possíveis movimentações. A regra impacta diretamente outras competições nacionais, como a Superliga Feminina.


