CBV aciona STF contra lei que quer barrar Tifanny Abreu em Londrina

Destaques
- •CBV entra com ação no STF contra lei municipal que proíbe participação de atletas trans.
- •Lei de Londrina, aprovada por vereadores, é criticada por ser inconstitucional e transfóbica.
- •Ação visa garantir participação da jogadora Tifanny Abreu em jogos da Copa Brasil.
O debate sobre a participação de atletas trans no esporte brasileiro ganhou um novo capítulo. A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para contestar uma lei municipal de Londrina, no Paraná.
A lei em questão, aprovada pela maioria dos vereadores da cidade, visa vetar a participação de atletas cujo gênero divirja do sexo biológico de nascimento em competições esportivas locais. A jogadora Tifanny Abreu, do Osasco, seria uma das impedidas de atuar em jogos decisivos da Copa Brasil de Vôlei Feminino na cidade.
A CBV alega que a medida é inconstitucional e que Tifanny cumpre todos os critérios de elegibilidade.
A relatoria do caso no STF ficou com a ministra Cármen Lúcia, que já lidou com temas similares. A expectativa é que a decisão do Supremo defina um precedente importante para casos futuros no esporte nacional 🏐.



