Carvão vs. Renovável: Justiça entra no jogo do Leilão de Reserva de Energia

Destaques
- •Ação civil pública questiona inclusão de termelétricas a carvão no Leilão de Reserva de Capacidade de 2026.
- •Instituto Arayara alega que carvão não tem flexibilidade e contraria compromissos climáticos do Brasil.
- •Governo defende inclusão de todas as fontes para garantir segurança energética.
Olha só essa treta energética! Uma ação civil pública acaba de jogar um balde de água fria no Leilão de Reserva de Capacidade de 2026, que ia rolar dia 18 de março. O alvo? A inclusão de usinas termelétricas a carvão mineral.
O Instituto Internacional Arayara entrou com o processo contra a União e outras entidades, alegando que o carvão não tem a flexibilidade necessária para a reserva de potência e que isso vai na contramão dos compromissos climáticos do Brasil, como o Acordo de Paris. Segundo eles, o tempo de acionamento dessas usinas pode ser de até 8 horas, o que pode forçar a redução de fontes renováveis.
Mas o Ministério de Minas e Energia não se abala e defende a inclusão de todas as fontes. Para eles, o leilão é crucial para reforçar a segurança e a confiabilidade do sistema elétrico brasileiro, garantindo o suprimento mesmo em horários de pico.
Resumindo: enquanto o governo quer garantir energia a todo custo, ambientalistas temem um retrocesso na matriz limpa do país. O jogo está aberto! ⚖️




