Caribé expõe drama de quase deportação e cobra estrutura na natação brasileira

Destaques
- •Nadador Guilherme Caribé relata dificuldades logísticas e falta de união na seleção brasileira.
- •Quase deportado nos EUA após volta de competição, Caribé cobra "estrutura básica" e "mínimo" para atletas.
- •Crítica à geração atual: "pessoal está com a cabeça baixa, só aceitando tudo que tão entregando".
Olha só essa história! O nadador Guilherme Caribé, principal nome da natação brasileira, contou um perrengue daqueles: ele quase foi deportado dos Estados Unidos na volta de uma competição.
Isso aconteceu depois de uma viagem longa e confusa vindo de Singapura, com conexões que o fizeram voar 17 horas a mais que o resto da delegação. O problema? O visto de estudante dele não permitia o trânsito interno nos EUA, o que o levou direto para uma sala de inspeção e quase o fez perder os Jogos Pan-Americanos Júnior.
Mas a história não para por aí.
Caribé aproveitou para mandar um recado direto para a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), cobrando uma "estrutura básica" e o "mínimo" para que os atletas possam performar. Ele também criticou a falta de união e a postura passiva da geração atual de nadadores, comparando com a união da época de César Cielo. A natação brasileira, pelo visto, tem muito o que melhorar. 🏊♂️



