Brasileiro adora stablecoins: USDT lidera a festa cripto

Destaques
- •Stablecoins representam 71,7% do volume total de criptomoedas negociadas no Brasil.
- •A USDT (Tether) domina o mercado, respondendo por 88,7% do volume de stablecoins.
- •A popularidade se deve à facilidade de dolarizar patrimônio e à isenção de IOF, por enquanto.
Os brasileiros estão com uma quedinha especial por stablecoins, aquelas criptos que seguem o valor de outros ativos. E os números da Receita Federal confirmam isso: de R$ 1,58 trilhão negociados em cripto entre 2019 e 2025, nada menos que 71,7% foram em stablecoins.
A queridinha da vez é a USDT, da Tether, pareada ao dólar. Sozinha, ela responde por 88,7% de todo o volume declarado em stablecoins, movimentando cerca de R$ 1 trilhão no período. Em segundo lugar vem a USD Coin (USDC), com 7,1%, e em terceiro, a brasileira BRZ, com 3,4%.
Essa febre pelas stablecoins de dólar tem explicação: é uma forma fácil de dolarizar patrimônio sem burocracia e, de quebra, ainda escapa do IOF. Mas atenção, o governo já está de olho e pode mudar esse jogo em breve.

