Brasil sedia a Copa Feminina com Lei Geral aprovada e polêmicas de premiação

Destaques
- •Brasil sanciona Lei Geral da Copa Feminina 2027, definindo regras para o evento.
- •Premiação histórica de R$ 500 mil para jogadoras de 1988 e 1991 revolta ex-atletas.
- •Fifa define preços de ingressos e não obriga descontos; União arca com custos e segurança.
O Brasil vai sediar a Copa do Mundo Feminina de 2027 e o presidente Lula sancionou a Lei Geral do evento, que estabelece as regras para a realização do torneio. A maioria dos artigos já entra em vigor, com exceção de um trecho vetado sobre a Lei Geral do Esporte.
Uma das novidades mais comentadas é a premiação de R$ 500 mil para jogadoras que participaram das Copas de 1988 e 1991, um valor que gerou debate e um acordo para futuro projeto de lei para incluir as atletas de 1995.
A Fifa terá autonomia para definir preços de ingressos, sem obrigação de descontos, enquanto o governo brasileiro se compromete com segurança, saúde e vistos. O texto ainda autoriza patrocínio de empresas de apostas.




