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Brasil entre EUA e China: a busca pela autonomia e não pelo 'meio'
17 de agosto de 2026

Destaques
- •A pergunta sobre 'de que lado o Brasil está' é simplista; o foco deve ser a autonomia estratégica.
- •Dependência econômica do Brasil com China (US$ 58,3 bi exportações) e EUA (US$ 17,4 bi) exige cautela.
- •Autonomia real envolve negociar com ambos sem subordinação e investir em tecnologia e indústria própria.
Esqueça a ideia de escolher um lado entre Estados Unidos e China. A verdadeira questão para o Brasil não é o não alinhamento, mas a conquista da autonomia estratégica.
O país não pode cair na armadilha de trocar uma dependência por outra. Com exportações para a China batendo US$ 58,3 bilhões e para os EUA em US$ 17,4 bilhões no primeiro semestre de 2026, é crucial evitar virar apenas um fornecedor de matérias-primas.
A autonomia exige mais do que retórica; requer poder real para negociar, internalizar tecnologia e fortalecer a indústria nacional.
Fontes
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