Brasil e EUA: Tensão Tarifária Aumenta, Abimaq Pede Calma
Destaques
- •Abimaq se opõe à reciprocidade tarifária contra produtos americanos.
- •Setor de máquinas e equipamentos busca ampliar exportações para outros mercados.
- •Governo dos EUA impõe tarifa de 25% sobre produtos brasileiros.
O Brasil está no meio de uma troca de farpas tarifárias com os Estados Unidos, e a Abimaq, que representa a indústria de máquinas, já deixou claro que não quer entrar nessa briga. Eles se reuniram com o vice-presidente Geraldo Alckmin e ministros para pedir que o governo Lula não aplique tarifas de volta nos produtos americanos.
A ideia da Abimaq é seguir o caminho da diplomacia e dos negócios, já que o setor, apesar do aperto, vem batendo recordes de exportação, com um aumento de 12% nos últimos 12 meses.
A questão é que os EUA, sob o governo Trump, impuseram uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, o que deixa as máquinas nacionais mais caras lá fora.
A Abimaq defende que o governo brasileiro reforce o programa Brasil Soberano com linhas de crédito e amplie a busca por novos mercados para driblar essa nova barreira. O governo prometeu analisar as propostas.
A nova tarifa americana entra em vigor nesta quarta-feira (22), e o Brasil já classificou a medida como um "marco lastimável". 📉


