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Brasil dá salto no IDHM, mas desigualdades persistem

26 de maio de 2026
Brasil dá salto no IDHM, mas desigualdades persistem

Destaques

  • IDHM do Brasil sobe para 0,805, alcançando nível 'muito alto desenvolvimento humano'.
  • Avanços em longevidade e educação, mas renda ainda oscila e mantém desigualdades.
  • Disparidades raciais e de gênero persistem, especialmente na renda do trabalho.

O Brasil atingiu em 2024 sua melhor marca no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), subindo de 0,744 para 0,805 e entrando na faixa de 'muito alto desenvolvimento humano'.

Os avanços foram impulsionados principalmente pela longevidade (IDHM Longevidade 0,860) e educação (IDHM Educação 0,798). A dimensão de renda (IDHM Renda 0,760) mostrou uma trajetória mais oscilante.

Apesar da melhora geral, o Radar IDHM revela que o desenvolvimento não é homogêneo.

Persistem desigualdades relevantes por território (com o DF registrando 0,866 e o Maranhão 0,745), raça/cor (renda domiciliar per capita de R$ 1.208,58 para brancos vs. R$ 673,65 para negros) e sexo (IDHM ajustado dos homens 0,822 vs. mulheres 0,679).

O ministro Guilherme Boulos atribui os avanços a políticas públicas federais, como SUS, valorização do salário mínimo e programas sociais, mas reconhece que o planejamento precisa ser ainda maior para reduzir as disparidades.

O IDHM ajustado à desigualdade (IDHMAD) avançou para 0,641, mas ainda indica uma 'perda' de 20,4% devido às disparidades. 📈

Fontes

https://www.infomoney.com.br/economia/feed/

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