Brasil aposta em 'Nuvem Soberana': Mercado bilionário em 2033
Destaques
- •Mercado global de soberania digital projetado para atingir US$ 649 bilhões até 2033.
- •Organizações buscam controle operacional além da soberania de dados, antecipando mudanças políticas e regulatórias.
- •Repatriação de dados e cargas de trabalho para nuvens privadas ganha força por segurança, custos e conformidade.
O setor público brasileiro está mergulhando de cabeça em modelos de soberania digital, seguindo uma onda global. A ideia é ter mais controle sobre a infraestrutura tecnológica e os dados, algo que o mercado prevê um crescimento gigantesco.
Mas não é só sobre onde os dados ficam guardados. A nova fronteira é a soberania operacional, garantindo que tudo continue funcionando mesmo com reviravoltas políticas ou de mercado.
Isso tem levado muitas empresas a trazerem de volta para casa (data centers próprios) aplicações e dados que estavam em nuvens públicas, como AWS e Google. A meta é otimizar custos e aumentar o controle.
Apesar disso, as nuvens públicas continuam sendo usadas para serviços menos estratégicos. O grande movimento é a busca por autonomia e resiliência, com o Brasil fortalecendo sua infraestrutura digital.
Grandes agências governamentais já se destacam nessa jornada, mostrando que a colaboração entre o setor público e fornecedores especializados é chave para o futuro. 💰




