Bob Iger: A Era de Ouro da Disney Chega ao Fim (ou Será?)

Destaques
- •Bob Iger encerra sua segunda passagem como CEO da Walt Disney Company após duas décadas moldando a gigante do entretenimento.
- •Sob sua liderança, aquisições bilionárias como Pixar, Marvel e Lucasfilm expandiram o portfólio, enquanto investimentos pesados em parques e streaming triplicaram a receita.
- •O sucessor, Josh D’Amaro, herda desafios como a rentabilidade do streaming e a dependência dos parques, em um cenário de constante evolução tecnológica e concorrência acirrada.
Depois de duas décadas e um legado de aquisições bilionárias que transformaram a Walt Disney Company, Bob Iger se despede do cargo de CEO, deixando para trás uma empresa que triplicou de receita e viu suas ações multiplicarem por cinco.
Iger não poupou esforços, investindo quase US$ 100 bilhões em parques e apostando pesado no streaming, além de trazer para o guarda-chuva da Disney franquias como Marvel e Star Wars.
Mas a missão de Iger não foi isenta de percalços, especialmente em sua segunda passagem, marcada por uma crise interna e a demissão do sucessor anterior, Bob Chapek.
Agora, o desafio passa para Josh D’Amaro, que assume com a missão de manter a rentabilidade do Disney+ e equilibrar a dependência dos lucros dos parques temáticos, que respondem por 60% do resultado operacional.
Apesar das incertezas no streaming e das críticas de investidores como Nelson Peltz, a Disney continua investindo pesado, com US$ 24 bilhões anunciados para produção de conteúdo em 2026. Iger, por sua vez, segue confiante no poder das boas histórias, mesmo com o avanço da inteligência artificial, afirmando que "o artista vai sempre ter vantagem sobre a IA" 🚀.


