Bitcoin na corda bamba: inflação e juros altos freiam cripto

Destaques
- •Inflação nos EUA atinge 3,8% em abril, o maior patamar em três anos.
- •Juros altos nos EUA diminuem o apetite por risco, impactando criptomoedas.
- •Banco Central proíbe Banco Topázio de operar com cripto e aplica multa de R$ 16,28 milhões.
O bitcoin (BTC) anda meio de lado, flertando com os US$ 80 mil, mas o clima nos mercados não é dos mais festivos. A inflação nos Estados Unidos deu um susto, chegando a 3,8% em abril, o maior salto em três anos, e agora a aposta é que os juros por lá fiquem altos por mais tempo.
Essa alta nos juros é um balde de água fria para as criptomoedas, que são ativos de maior risco. Com os títulos do Tesouro americano pagando bem, a grana tende a sair de lado B.
E pra piorar, as tensões geopolíticas no Oriente Médio não dão trégua, deixando o cenário ainda mais incerto.
Por aqui, o Banco Central deu um chega pra lá no Banco Topázio, proibindo operações com cripto e aplicando uma multa de R$ 16,28 milhões por irregularidades na movimentação de cerca de US$ 1,7 bilhão.
O cenário é de cautela, com o mercado cripto sentindo o aperto macroeconômico global e as regulamentações mais rígidas em casa. 📉




