Bayer: Trem-bala da IA na Maria-Fumaça? CIO explica virada de chave
Destaques
- •Bayer adota modelo organizacional horizontal (DSO) para acelerar IA.
- •Autonomia e agilidade substituem hierarquia rígida.
- •Foco em resolver dores do cliente com IA, não apenas otimizar processos.
Muitas empresas compram a tecnologia de Inteligência Artificial, mas a mantêm engessada em estruturas antigas, como se estivessem operando um trem-bala com a tecnologia de uma maria-fumaça. Essa é a visão de Niyantri Ramakrishnan, CIO/CDO da Bayer no Brasil e LATAM.
Para destravar o potencial da IA, a Bayer implementou o DSO (Dynamic Shared Ownership), um modelo organizacional mais horizontal que dá autonomia às equipes. Isso permite que a tomada de decisão ocorra na ponta, agilizando a aplicação da tecnologia e a geração de insights, como no caso do MyGen Assist.
Essa mudança cultural, focada em autonomia e colaboração, é vista como o principal diferencial competitivo, mais do que a própria tecnologia. A empresa busca resolver problemas reais dos clientes, como o agente agronômico E.L.Y., que leva aconselhamento direto para o campo, transformando dados em resultados concretos na safra.
A pergunta que fica é: sua empresa está operando um trem-bala com a lógica da maria-fumaça? 🚂



