Bancos Centrais do G7 em Alerta: Juros Sobem com Tensão no Oriente Médio

Destaques
- •Principais bancos centrais do G7 devem manter juros estáveis, mas com viés 'hawkish'.
- •Conflito no Irã e alta do petróleo pressionam a inflação global.
- •Brasil segue ciclo de afrouxamento monetário, com corte de juros esperado.
O G7 se prepara para manter as taxas de juros nos níveis atuais nesta semana. A cautela é geral, com os bancos centrais de olho nos sinais de inflação que podem surgir com a alta dos custos de energia, reflexo da tensão geopolítica no Oriente Médio.
Enquanto EUA, Canadá, Reino Unido, Eurozona e Japão devem sinalizar uma postura firme para combater pressões inflacionárias, o Brasil caminha na direção oposta.
Apesar do cenário global instável, o Banco Central do Brasil deve realizar o segundo corte consecutivo de 0,25 ponto percentual na taxa Selic, levando-a para 14,5%. A decisão, porém, virá com um tom de atenção aos desdobramentos internacionais.
A incerteza em torno da possível substituição de Jerome Powell na liderança do Fed também adiciona uma camada extra de complexidade às decisões monetárias globais.
O conflito no Estreito de Hormuz já impacta a demanda em setores como petroquímica e aviação, e analistas alertam para a proximidade de uma recessão global. 📉




