Bahia: a fórmula City para contratar craques (e não quebrar)

Destaques
- •Perfil de contratações foca em jovens com potencial de revenda e experientes sem custo.
- •Decisões de contratação buscam equilíbrio entre performance técnica e viabilidade financeira.
- •Grupo City prioriza a sustentabilidade financeira para o crescimento a longo prazo do clube.
Esqueça os galácticos por enquanto! O Bahia, sob a batuta do Grupo City, tem um plano de contratação bem definido, que mistura a aposta em jovens talentos com a busca por atletas experientes e sem custos.
O diretor de futebol, Cadu Santoro, explicou que a prioridade é o retorno financeiro, mesmo que isso signifique abrir mão de jogadores que poderiam custar caro, como no caso de Gabriel Pec, que teve uma proposta tricolor recusada por R$ 63 milhões.
A lógica é clara: investir em atletas como Alejo Véliz (21 anos, R$ 56 milhões) garante mercado para futuras negociações, diferente de um jogador de 28 anos que, se não performar, pode gerar um prejuízo maior.
Santoro garante que a técnica nunca fica em segundo plano, mas o equilíbrio financeiro é essencial para o crescimento do projeto. A meta é, um dia, poder gastar 25 milhões de euros focando apenas em performance, mas ainda não é o momento. ⚽




