Ativistas sul-coreanos pedem 'Maduro Livre' e criticam EUA

Destaques
- •Partido Minjung, uma sigla sul-coreana, protesta em frente à embaixada dos EUA em Seul.
- •O grupo pede a libertação de Nicolás Maduro e condena o que chama de 'intervencionismo militar norte-americano'.
- •A legenda se posiciona como 'a única voz anti-imperialista consistente' na Coreia do Sul, criticando também o governo local por omissão.
Um grupo de ativistas sul-coreanos, membros do Partido Minjung (PDP), tem se reunido em frente à Embaixada dos Estados Unidos em Seul para protestar contra o que chamam de intervencionismo militar norte-americano.
Eles exibem cartazes com mensagens como 'FREE MADURO' e gritam palavras de ordem em espanhol, demonstrando apoio ao presidente venezuelano Nicolás Maduro e condenando a política externa dos EUA.
O PDP, fundado em 2016, se autodenomina a voz anti-imperialista na Coreia do Sul e critica a postura do próprio governo sul-coreano, classificado como 'pró-Estados Unidos', por sua omissão em relação a crises internacionais.
A legenda também manifesta solidariedade a outros países que, segundo eles, enfrentam ameaças e sanções dos EUA, como Irã, Cuba e Palestina, denunciando o que chamam de empenho de Donald Trump na 'recolonização da América Latina'.
O partido defende a retirada das tropas americanas da Coreia do Sul e a abolição de leis consideradas restritivas à democracia, propondo uma 'revolução democrática' para transformar a sociedade sul-coreana.
A atuação do PDP se contrapõe à política externa tradicional da Coreia do Sul, historicamente aliada dos Estados Unidos, e busca mobilizar a população para uma luta anti-imperialista.




