Ataques Cibernéticos: O Banco Central Agora Cobra Direto da Diretoria!

Destaques
- •Novas resoluções do Banco Central tornam a cibersegurança responsabilidade legal da alta administração.
- •Incidentes cibernéticos podem impactar a licença de operação das instituições financeiras.
- •A conformidade exige não apenas segurança, mas a demonstração contínua e auditável de práticas seguras.
Esqueça a ideia de que ataque cibernético é só problema de TI. Com as novas regras do Banco Central (Resoluções CMN nº 5.274/2025 e BCB nº 538/2025), o jogo mudou: a segurança cibernética virou uma obrigação legal, com responsabilidade direta para a alta administração.
Isso significa que não basta ter um bom sistema de segurança, é preciso provar que ele funciona, e de forma auditável. Falhas na comunicação ou na correção de vulnerabilidades podem ser vistas como negligência, com impacto direto na licença da instituição.
A exigência agora é de um protocolo inteligente, integrando jurídico, TI e gestão, para garantir que a instituição não só resista a um ataque, mas que possa comprovar sua resiliência perante o regulador. 💰




