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Aspirina: De analgésico a escudo contra infarto e câncer

19 de agosto de 2026
Aspirina: De analgésico a escudo contra infarto e câncer

Destaques

  • A aspirina, um dos medicamentos mais famosos do mundo, atua não só na dor de cabeça, mas também na prevenção de eventos cardiovasculares e até mesmo em alguns tipos de câncer.
  • Seu mecanismo de ação, descoberto em 1971, bloqueia a produção de prostaglandinas, o que explica seus efeitos analgésico e antiagregante plaquetário.
  • Embora eficaz na prevenção cardiovascular e em casos específicos de câncer, o uso da aspirina exige cautela, especialmente em pacientes com histórico de problemas gástricos ou em situações como suspeita de dengue, onde alternativas como paracetamol podem ser mais seguras.

Você sabia que a velha conhecida aspirina, presente em quase todas as casas, vai muito além de aliviar uma dor de cabeça?

O ácido acetilsalicílico (AAS), sua substância ativa, tem um papel crucial na prevenção de eventos cardiovasculares como infarto e AVC, e até em alguns tipos de câncer, como o colorretal, dependendo de fatores genéticos específicos.

No entanto, a ciência tem refinado seu uso. A Força-tarefa de Saúde Preventiva dos Estados Unidos (USPSTF) e revisões da Cochrane indicam que o benefício na prevenção primária de eventos cardiovasculares e câncer não é universal, e o risco de sangramento pode superar os benefícios em certos grupos.

Por isso, a recomendação é clara: na dúvida, consulte um médico. A automedicação pode agravar quadros de saúde, como no caso da dengue, onde a aspirina é contraindicada.

Fontes

https://drauziovarella.uol.com.br/feed/

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