Arruda na corda bamba: defesa alega inelegibilidade menor para governo do DF
Destaques
- •Ex-governador José Roberto Arruda tenta reverter decisão de inelegibilidade.
- •Defesa argumenta que prazo de inelegibilidade deve ser contado a partir de 2014.
- •Ministério Público Eleitoral contesta, alegando inelegibilidade até 2030.
O ex-governador José Roberto Arruda está no centro de uma batalha judicial em Brasília. Ele apresentou sua defesa ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) contestando as ações que pedem a impugnação de sua candidatura ao governo do Distrito Federal.
A defesa de Arruda se baseia na Lei de Inelegibilidades, argumentando que o prazo de inelegibilidade de 8 anos deve ser unificado e contado a partir de sua primeira condenação colegiada em 2014, decorrente da operação Caixa de Pandora. Isso o liberaria para a disputa.
Mas o Ministério Público Eleitoral (MPE) discorda veementemente.
Para o MPE, Arruda estaria inelegível até 2030, pois considera apenas condenações posteriores a outubro de 2018. O órgão aponta que seis sentenças condenatórias foram proferidas nos últimos anos, invalidando a contagem da defesa. A decisão final agora está nas mãos da Justiça Eleitoral.


