Argentina: Protestos pela liberdade de Cristina Kirchner e críticas a Milei

Destaques
- •Manifestantes apoiam Cristina Kirchner no 4º aniversário da tentativa de assassinato.
- •Máximo Kirchner acusa a Justiça de não aprofundar a investigação sobre os mandantes do atentado.
- •Críticas às políticas de Javier Milei e promessa de recuperação econômica pelo peronismo.
Quatro anos após a tentativa de assassinato, Cristina Kirchner apareceu em seu balcão para saudar centenas de apoiadores que pediam por sua liberdade. A ex-presidente cumpre prisão domiciliar.
Seu filho, Máximo Kirchner, discursou em nome da militância, agradecendo o apoio e exigindo que a Justiça vá atrás dos autores intelectuais do atentado, que ele alega nunca terem sido investigados a fundo.
Ele também aproveitou para alfinetar o governo de Javier Milei, criticando a situação econômica e prometendo uma recuperação que devolva o poder de compra aos trabalhadores.
A militância reafirmou sua rejeição às políticas atuais, associando a crise econômica a problemas de saúde mental e suicídio entre jovens.
Máximo Kirchner encerrou com uma promessa de avanço e recuperação para a Argentina, buscando restaurar a autoestima dos militantes e a prosperidade para as famílias argentinas.


