Argentina em Greve: Milei Flexibiliza Leis Trabalhistas e Sindicatos Reagem

Destaques
- •Reforma trabalhista de Javier Milei aprovada na Câmara argentina.
- •Mudanças incluem ampliação da jornada de trabalho e alterações em indenizações por demissão.
- •Sindicatos protestam, alegando precarização e perda de direitos.
A Argentina parou nesta terça-feira com uma greve geral contra a reforma trabalhista de Javier Milei. A proposta, que já passou pela Câmara dos Deputados, volta agora ao Senado após algumas alterações.
O governo defende a mudança como uma modernização necessária, mas os sindicatos veem como um retrocesso perigoso.
A reforma propõe flexibilizar pontos como a jornada de trabalho, que poderia chegar a 12 horas diárias, e a forma de calcular indenizações por demissão, excluindo benefícios como o 13º salário.
O direito de greve também entra na mira, com a exigência de manutenção de serviços essenciais.
Mas qual o impacto disso tudo?
Enquanto o governo aposta que a flexibilização vai atrair investimentos estrangeiros e reduzir a informalidade – que hoje atinge cerca de 40% da população –, os opositores alertam para a precarização das condições de trabalho. O debate é intenso e divide opiniões sobre o futuro do mercado de trabalho argentino 📉.




