Anel Oura é acusado de enganar usuários sobre precisão do sono nos EUA

Destaques
- •Nova ação coletiva nos EUA alega que anéis inteligentes da Oura superestimam a precisão do monitoramento do sono.
- •Processo cita estudo que aponta discrepâncias significativas na medição de fases do sono, como REM e profundo.
- •Oura nega as acusações e reafirma a confiança em suas pesquisas e validações científicas para o produto.
Olha só essa polêmica que estourou nos Estados Unidos: a Oura, famosa pelos seus anéis inteligentes que monitoram o sono, está sendo alvo de uma ação coletiva. A acusação? Que a empresa exagera a precisão dos seus dispositivos.
O processo, que corre em São Francisco, questiona como a Oura divulga a capacidade dos anéis em acompanhar as diferentes fases do sono. Segundo a ação, os resultados podem ser tão imprecisos que é como jogar “cara ou coroa”, e já existem relatos de usuários que tiveram noites ruins, mas receberam avaliações positivas do app.
A briga promete esquentar.
A Oura, claro, nega tudo e diz que confia na sua ciência e nos estudos que validam seus produtos. A empresa lembra que o anel não é um dispositivo médico e não substitui um estudo clínico do sono, mas que a tecnologia já foi validada em comparação com a polissonografia, o padrão-ouro. A Justiça agora vai ter que decidir quem tem razão. 📉


