Alerta em Salvador: 1 em cada 5 grávidas com ISTs curáveis

Destaques
- •Pesquisa da Uneb revela que 21,52% das gestantes atendidas na rede básica de Salvador apresentaram infecções sexualmente transmissíveis curáveis.
- •Clamídia foi a IST mais prevalente (11,6%), seguida por micoplasma (9,6%). Mais da metade dos casos não apresentavam sintomas.
- •Estudo aponta necessidade de ampliar exames no pré-natal e de conscientização sobre riscos, especialmente para jovens e mulheres sem parceiro fixo.
Atenção, futuro papai e mamãe! Uma pesquisa da Universidade do Estado da Bahia (Uneb) jogou luz sobre um dado preocupante na rede básica de saúde de Salvador: quase 22% das gestantes atendidas apresentaram pelo menos uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST) curável.
O estudo, que acompanhou 302 gestantes entre 2022 e 2023, identificou que a clamídia foi a campeã, aparecendo em 11,6% dos casos, seguida de perto pelo micoplasma (9,6%). E o pior: mais da metade das infectadas não sabia, pois não apresentava sintomas.
Isso pode ser um prato cheio para complicações.
A consequência direta é o aumento do risco de parto prematuro, aborto e até infertilidade. A pesquisadora Darlene Silva de Souza reforça a urgência em ampliar os exames de pré-natal para ISTs não virais, que muitas vezes ficam de fora da rotina. O diagnóstico precoce e o tratamento de gestante e parceiro são essenciais para cortar a transmissão.
E olha, quase 14% das mulheres entrevistadas nunca fizeram um simples Papanicolau. Um sinal claro de que o acesso à saúde ainda engasga em alguns pontos. Vamos ficar de olho nisso! 📈




