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Alemanha e Brasil dizem NÃO a intervenção dos EUA em Cuba

20 de abril de 2026
Alemanha e Brasil dizem NÃO a intervenção dos EUA em Cuba

Destaques

  • Chanceler alemão Friedrich Merz rejeita ameaças de intervenção dos EUA em Cuba.
  • Presidente Lula também se manifestou contra a falta de respeito à integridade territorial e autodeterminação dos povos.
  • A medida dos EUA visa pressionar países que vendem petróleo para Cuba e reforça o embargo de mais de seis décadas.

O chanceler alemão, Friedrich Merz, deu um chega pra lá nas ameaças americanas de intervenção em Cuba. A declaração veio logo após uma conversa com o presidente Lula, que também se mostrou contra a pressão dos Estados Unidos.

Merz foi enfático ao dizer que não vê nenhuma base para uma intervenção, mesmo com os problemas internos da ilha. Ele aconselhou que qualquer mudança em Cuba deve vir por meios diplomáticos e pacíficos, sem criar novos conflitos globais.

O presidente Lula reforçou o coro, questionando a falta de respeito à integridade territorial e à autodeterminação dos povos.

Por trás disso, os EUA mantêm um embargo econômico contra Cuba há mais de seis décadas e, recentemente, o presidente Trump declarou estado de emergência nacional, acusando a ilha de ameaça à segurança e de se aliar a países hostis. A medida inclui tarifas contra quem vende petróleo para Cuba e ameaças de retaliação, numa escalada de tensão que Havana rejeita veementemente.

Enquanto isso, o presidente cubano chamou a ação americana de "natureza fascista, criminosa e genocida". Trump, por sua vez, prometeu "uma grande mudança chegando em breve a Cuba". Um embate diplomático e econômico que promete continuar 🌍.

Fontes

https://operamundi.uol.com.br/feed/

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