Alecrim-do-mato: A joia da Caatinga que pode revolucionar o agro e a indústria
Destaques
- •Pesquisa da Embrapa avança na domesticação e uso produtivo do alecrim-do-mato (Lippia grata Schauer).
- •Óleo essencial da planta demonstra forte ação antifúngica e antibacteriana, com potencial para bioinsumos agrícolas.
- •Aroma único e propriedades do alecrim-do-mato atraem indústrias de cosméticos e fragrâncias, impulsionando a bioeconomia.
Olha só essa novidade que vem do Semiárido! A Embrapa Semiárido está a todo vapor com o alecrim-do-mato, uma planta nativa da Caatinga que promete muito. Os estudos estão abrindo caminho para o cultivo comercial e a extração do seu valioso óleo essencial.
O lance é que essa belezinha não se propaga por semente, mas a equipe desenvolveu um protocolo de mudas por propagação vegetativa que funciona super bem. E o óleo? Ah, o óleo essencial tem um rendimento alto, entre 3% e 5%, e uma composição química única, o tal do quimiotipo diferenciado.
E o que isso significa na prática?
Bem, esse óleo mostrou uma potência incrível contra fungos e bactérias que atacam plantações como manga e uva. A ideia é transformar isso em bioinsumos agrícolas, uma alternativa mais natural para proteger as lavouras, especialmente na pós-colheita. Além disso, o aroma e as propriedades atraem a indústria de cosméticos e fragrâncias, abrindo portas para a bioeconomia e o desenvolvimento sustentável da região. É o cerrado mostrando sua força! 💰




