Alcolumbre mantém quebra de sigilo de Lulinha e PT lamenta 'golpe'

Destaques
- •Presidente do Senado, Davi Alcolumbre, rejeitou recurso do PT para anular votação da CPMI do INSS.
- •A decisão mantém a quebra de sigilo bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.
- •Governo, via Randolfe Rodrigues, aceita a decisão e não recorrerá ao STF.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, deu um balde de água fria no PT e manteve a decisão que autorizou a quebra de sigilo bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula. A CPMI do INSS havia aprovado a medida, mas o governo tentou anular a votação alegando irregularidades.
A alegação do PT era de que o presidente da comissão, Carlos Viana, teria proclamado a aprovação mesmo com a maioria dos parlamentares se manifestando contra. No entanto, Alcolumbre, após consultar a Advocacia do Senado, concluiu que a suposta violação não era evidente o suficiente para justificar uma intervenção.
A decisão de Alcolumbre significa que a quebra de sigilo de Lulinha segue em frente, e que a investigação sobre descontos irregulares na folha de aposentados e pensionistas do INSS poderá ter acesso a informações financeiras e fiscais do filho do presidente. O líder do governo no Senado, Randolfe Rodrigues, já sinalizou que aceita o veredito e não recorrerá ao STF.
A polêmica envolve a citação de Lulinha em mensagens da PF ligadas a um esquema que lesou milhões de aposentados. A defesa dele nega qualquer envolvimento. A decisão de Alcolumbre mantém o foco da CPMI nos desdobramentos do caso. 📉




