Alckmin deixa o MDIC para decolar em 2026: O que muda?

Destaques
- •Geraldo Alckmin deixará o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços em 4 de abril.
- •A saída atende à regra de desincompatibilização para quem pretende disputar as eleições de 2026.
- •Alckmin poderá continuar como vice-presidente, mas precisará evitar assumir a Presidência temporariamente.
Atenção, eleitores e observadores políticos! O vice-presidente Geraldo Alckmin anunciou que deixará o comando do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) no dia 4 de abril. A decisão marca o início de sua movimentação para as eleições de 2026, cumprindo o prazo limite para desincompatibilização.
A manobra permite que Alckmin mantenha o posto de vice-presidente, que não exige o mesmo afastamento. Contudo, ele terá que ter cuidado para não assumir a Presidência da República em eventuais ausências de Lula nos seis meses anteriores à eleição, para não se tornar inelegível.
A saída do MDIC abre espaço para negociações sobre seu futuro político: será a vice novamente? Governador de São Paulo? Ou uma vaga no Senado? A definição ainda está no ar, e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, também surge nas conversas para o cenário paulista.
Em seu último ato à frente do ministério, Alckmin celebrou a aprovação do acordo Mercosul-UE pelo Congresso, que deve entrar em vigor em maio, destacando as salvaguardas para a indústria nacional. Uma despedida com gostinho de avanço comercial.




