Agente de Saúde em Brasília: De Diarista a Heroína Comunitária

Destaques
- •Tereza Cristina, agente de saúde em Brasília, transforma vidas com seu trabalho.
- •Apesar da alta demanda e poucos recursos, ela foca em soluções criativas.
- •Sugestões de melhoria incluem tecnologia e apoio psicológico para agentes.
Em Brasília, Tereza Cristina, 59 anos, trocou o comércio pela linha de frente da saúde pública, tornando-se agente comunitária em 2005.
Ela atende uma área com mais de 750 casas, lidando com desafios que vão da vulnerabilidade social a questões de saúde mental, como ansiedade e depressão, que se tornaram mais comuns.
Apesar da redução no número de agentes, de cinco para apenas dois na sua região, Tereza não desiste.
Ela vai além, criando programas de geração de renda com artesanato e buscando oportunidades para as mulheres que atende.
Tereza sugere melhorias como o uso de tablets para otimizar o atendimento e espaços adequados para os grupos comunitários, além de apoio psicológico para os próprios agentes.
Um trabalho que, mesmo com os desafios, faz a diferença no dia a dia de muita gente.




